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Bienal do Livro de Minas contribui com a inclusão social

18/11/2014

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Obras em braille e livros produzidos por ex-dependentes químicos são algumas das novidades apresentadas no evento
 
Reconhecido como um dos maiores eventos literários do país por reunir os últimos lançamentos, autores mais badalados e best-sellers em um só lugar, a Bienal do Livro oferece publicações para todos os públicos. Entre as opções apresentadas nessa edição em Belo Horizonte estão os livros infantis em braille, lançados pela editora Paulinas, e os livros em tecido, confeccionados pelo projeto “Movimento de Mulheres do Jardim Comercial”, de São Paulo. A editora Paulinas trouxe uma coleção de 15 títulos infantis que reúnem a escrita alfabética e em braille. De acordo com a Irmã Ilanir Costa, da Congregação Paulinas, o objetivo de incluir as duas linguagens nos livros é atender ao público em geral e promover o conhecimento. “Além disso, todos os nossos livros trazem algum aprendizado, como ética, respeito e amor ao próximo”, afirma. A autora de livros destinados às crianças com deficiência visual, Elizete Lisboa, deficiente visual, esteve na Bienal neste domingo (16) e falou um pouco do seu trabalho. “Tive uma infância difícil por não ter tido a oportunidade de ler livros em braille. Hoje, me sinto maravilhada por poder proporcionar a leitura a crianças deficientes visuais”, afirma. Elizete, que se preocupa com as ilustrações, que, em seus livros também podem ser lidas em braille. “Esse mercado ainda é pequeno e precisa de mais publicações”, acrescenta. Elizete é formada em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e leciona aulas de Língua Portuguesa para o ensino médio e infantil. A autora, que tem a maioria de seus livros publicados pela Paulinas, busca promover uma escola inclusiva que incentive a diversidade na sala de aula. Com outras opções voltadas para deficientes visuais, a editora Chico Xavier traz os audiobooks. Incentivo à leitura e reinserção social O projeto “Movimento de mulheres do Jardim Comercial” foi criado em 1985 por Emirtes de Souza e sua irmã, Marly de Souza, ambas professoras da rede pública de ensino de São Paulo. Na época, Emirtes dava aula em uma escola da periferia e, com o passar do tempo, percebeu que a maioria de seus alunos tinha dificuldades de aprendizado. Foi quando, após pesquisar, descobriu que a causa eram as mães, que eram dependentes alcoólicas. Para ajudar essas mulheres a mudarem de vida e aumentar a renda familiar, Emirtes e Marly criaram o projeto, que oferecia oficinas de costura e bordado, pintura em panos de prato entre outras atividades. Os produtos confeccionados eram vendidos em bazares na cidade e o dinheiro arrecadado era dividido entre as participantes do projeto e o valor necessário para manter a entidade. Após um tempo, a organização começou a passar por dificuldades financeiras, Emirtes buscou novas alternativas para reerguer o projeto e foi aí que surgiram os livros de pano. “No dia, eu estava no quarto da minha filha e vi o edredom dela. Daí pensei: ‘por que não criar livros feitos totalmente de pano?’, e resolvi colocar a ideia em prática. Fiz o primeiro modelo, apresentei para as mulheres que participavam das oficinas e elas fizeram mais três exemplares. Consegui vender p
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Local do Evento:
Expominas
Av. Amazonas, 6030
Gameleira - Belo Horizonte - MG
30510-000 - Brasil
Informações, Dúvidas e SAC:
+55 (31) 3332-5484
Atendimento: 10h às 17h
bienaldolivrominas@fagga.com.br

Comercial:
Ronaldo Gomes
(21) 2441-9373 / 99478-2896