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Mineiros lêem mais que a média brasileira

19/11/2014

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Dado foi apresentado nesta quarta-feira (19), em encontro realizado na Bienal do Livro de Minas; índice de leitura no Estado é de 3,2 livros nos últimos três meses, contra 2,8 títulos no Brasil 

A Câmara Mineira do Livro (CML) promoveu nesta quarta-feira (19) durante a quarta edição da Bienal do Livro de Minas, um debate sobre o guia “O Livro em Minas Gerais – O que se lê e o que se produz”. O material contém todas as informações de editoras, distribuidoras e livrarias do estado, além de uma pesquisa inédita e minuciosa sobre o hábito da leitura entre os mineiros. Entre os dados apurados está o índice de leitura em Minas Gerais, que é de 3,2 livros por nos últimos três meses, superando o índice brasileiro, equivalente a 2,8 livros no período. Participaram do encontro a presidente da Câmara Mineira do Livro (CML), Rosana Mont’Alverne; o diretor da CML e organizador do estudo, Zulmar Wernke; a pesquisadora da Data Cultura, responsável pelo levantamento, Marta Procópio; e o proprietário da Rede Leitura, Marcus Teles.  

A pesquisa apresentada no evento usou como base os hábitos de leitura detectados em Belo Horizonte e em oito cidades polo e teve como objetivo compreender a prática da leitura dos mineiros não só do ponto de vista dos leitores, mas também dos tipos e partes de livros. “Muitas vezes a pessoa lê de três a cinco livros ao mesmo tempo, seja na escola ou na faculdade ou pelo hábito de gostar de leituras diferentes, principalmente impressos e outros suportes como jornais e revistas. Livros nem sempre são a leitura principal”, disse a pesquisadora. Ela destacou, ainda, o aumento expressivo de textos na internet e de livros eletrônicos. 

De acordo com Marta, em Belo Horizonte e nas oito cidades polo pesquisadas, o índice de leitura, que inclui livros ou parte de livros, é mais alto do que a média em Minas Gerais e no Brasil. Entre as cidades mineiras com maior índice de leitura estão Poços de Caldas, no sul de Minas, e Juiz de Fora, na Zona da Mata. “As cidades que têm um alto índice de leitura costumam ter mais universidades e equipamentos culturais como cinema, teatro e centros de cultura”, explicou Marta Procópio. Em contrapartida, cidades que não têm livrarias e bibliotecas têm um índice de leitura muito baixo. “Com exceção de Juiz de Fora e Poços de Caldas, metade da população mineira não lê nenhum livro. Em Governador Valadares, por exemplo, 60% da população ou não lê ou lê apenas até um livro por ano. Essas regiões precisam de um grande trabalho para melhorar o índice de leitura”. 

Marta também destacou que o percentual de pessoas que lêem mais de 10 livros por ano é alto. “Se a pessoa tem o hábito da leitura, é comum que leia muito, incluindo livros inteiros, partes de livros ou textos na internet”, relatou. O guia “O Livro em Minas Gerais” aponta que as mulheres lêem mais do que os homens. A pesquisa mostra, também, que os povos de etnia branca lêem mais do que os negros, pardos e amarelos. A

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