Feira de livro em 2012 já movimenta mercado

Data: 29/06/2011

Fonte: Diário do Comércio

A terceira edição da Bienal do Livro de Minas está confirmada para acontecer entre os dias 18 e 27 de maio de 2012 no Centro de Feiras e Exposições George Norman Kutova (Expominas) e, desde já, movimenta o mercado editorial com a comercialização de estandes. A partir de hoje, quando haverá o lançamento oficial do evento, os interessados em expor durante a feira podem se inscrever no Departamento Comercial da Fagga / GL events, para adquirir os espaços.

De acordo com a gerente da Bienal do Livro de Minas, Tatiana Zaccaro, as editoras, distribuidoras de livros, livrarias, jornais, revistas, colégios, universidades ou instituições ligadas à área cultural podem investir em estandes com tamanhos entre 16 metros quadrados e 300 metros quadrados. O investimento por metro quadrado é de R$ 352. No caso de empresas associadas à Câmara Mineira de Livro, uma das organizadoras do evento, o valor cai para R$ 317.

"Enquanto acontece a Bienal do Livro, toda a cidade entra no clima de incentivo à leitura, com isso as pessoas se interessam em conhecer novos autores, descobrir novas obras literárias e, conseqüentemente, o mercado editorial da região se movimenta, elevando as vendas de livros e estimulando a economia do setor", analisa Tatiana. Segundo pesquisa realizada pela organização do evento, cerca de 70% dos visitantes compraram livros na segunda edição, realizada em 2010.

Além disso, foram comercializados cerca de 700 mil livros, volume 36% superior ao obtido em 2008. O volume de livros comprados por visitante também cresceu, passando de três para quatro unidades por pessoa. "Esperamos crescer mais de 10% em 2012", afirmou a gerente da Bienal. O faturamento do evento girou em torno de R$ 9 milhões em 2010.

Para Tatiana, a terceira edição da Bienal, maior encontro literário do Estado, deve contar com 170 expositores, mantendo a mesma quantidade de expositores do ano passado. "Nossa expectativa é receber 250 mil visitas em todo o evento e aumentar o número de compras de livros, que já consideramos bom", salienta.